Pesquisa arqueológica revela história da Reserva Natural da Gerdau

Press release

O primeiro levantamento arqueológico da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) da Gerdau, localizada em Ouro Branco (MG), foi concluído com sucesso após sete meses de pesquisa nos mais de 1.200 hectares da área. Evidências que datam dos séculos XVIII e XIX ajudaram a equipe de pesquisadores a desvendar aspectos da história da região, formada em grande parte por mata nativa. A RPPN da Gerdau, criada em 2008, é reconhecida pelo o Instituto Estadual de Florestas (IEF) de Minas Gerais.

Durante o levantamento, dois conjuntos compostos por ruínas históricas foram registrados pelos arqueólogos. Por meio de cuidadosas vistorias, análises e interpretação das estruturas, aliadas ao levantamento de documentos e artigos, foi constatado que um dos conjuntos de terra teria sido uma antiga fábrica de ferro fundido no século XIX, chamada Fábrica de Ferro do Bom Cabello. O outro conjunto de ruínas teria sido uma antiga fazenda denominada Bom Cabello. Ainda foram identificados antigos canais, galerias e outras estruturas de mineração, além de muros de pedra e de divisa.

O levantamento arqueológico é de grande importância para uma unidade de conservação, pois, juntamente com o Plano de Manejo da RPPN, permite que seja elaborado um programa de preservação patrimonial adequado, assim como um projeto de visitação pública alinhado às diretrizes de valorização do patrimônio. A próxima etapa do Plano é a realização do levantamento florístico e fitossociológico, que buscará identificar as espécies de flora nativa existentes na área, a fim de promover a restauração das áreas afetadas pela erosão do solo.

A RPPN é parte de 19 mil hectares de área vegetativa pertencentes à Gerdau. Desse total, 5,6 mil hectares são de áreas de Reserva Legal ou de Preservação Permanente e aproximadamente 7,7 mil hectares são de matas nativas.

Sobre a RPPN
A Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) está localizada na vertente sul da Serra do Ouro Branco (MG). Com 1.247 hectares, abriga animais silvestres ameaçados de extinção, como o lobo-guará e o ouriço-caixeiro. Na região, também há espécies importantes da flora brasileira, entre elas a Vriesea minarum, bromélia que está na lista de espécies ameaçadas no país, e a Aspilia caudata, um tipo raro de margarida. A reserva representa o comprometimento da Gerdau com a preservação da biodiversidade e com o futuro das novas gerações.

Sobre a Gerdau
A Gerdau é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços longos especiais do mundo. Com mais de 45 mil colaboradores, possui operações industriais em 14 países - nas Américas, na Europa e na Ásia -, as quais somam uma capacidade instalada superior a 25 milhões de toneladas por ano. É a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, anualmente, milhões de toneladas de sucata em aço, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua. Com mais de 140 mil acionistas, a Gerdau está listada nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri.

 
 
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