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Gerdau, Sumitomo Corporation e Japan Steel Works iniciam a produção de peças para indústria eólica em 2017<p></p><p><em>A joint venture para produzir peças para as torres de geração de energia eólica a partir de aços forjados foi aprovada sem restrições pelo CADE</em></p><p><span style="text-align&#58;justify;"></span></p><p><span style="text-align&#58;justify;">A </span><em style="text-align&#58;justify;">joint venture</em><span style="text-align&#58;justify;"> formada pela Gerdau e empresas japonesas Sumitomo Corporation e The Japan Steel Works (JSW), acaba de ser aprovada, sem restrições, pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) no Brasil. Com isso, confirma-se o cronograma de implantação do projeto anunciado em janeiro deste ano. A partir do final de 2017, o empreendimento, localizado em Pindamonhangaba (SP), começará a fornecer peças forjadas para torres de geração de energia eólica. Além dos equipamentos para a indústria eólica, a nova empresa também produzirá cilindros para a indústria do aço e do alumínio, produtos que já vem sendo produzidos pela Gerdau e comercializados para mais de 30 países. A capacidade total de peças para indústria eólica e cilindros deverá alcançar 50 mil toneladas por ano.</span></p><p style="text-align&#58;justify;">A <em>joint venture</em> envolverá cerca de R$ 280 milhões em investimentos para a aquisição de novos equipamentos de produção. A Gerdau, por sua vez, deverá aportar principalmente os ativos para produção de cilindros. O empreendimento fornecerá aços forjados para a produção das peças para as torres de geração de energia eólica — eixo principal, rolamentos da pá e rolamento da torre. Serão gerados aproximadamente 100 novos postos de trabalho diretos.</p><p style="text-align&#58;justify;">&quot;A indústria eólica é um mercado com elevado potencial de crescimento no Brasil nos próximos anos e a parceria com Sumitomo Corporation e a JSW permitirá desenvolver produtos de alta tecnologia para nossos clientes e, consequentemente, boas oportunidades de negócios para a Gerdau, afirma o diretor de Aços Especiais Brasil da Gerdau, Fladimir Gauto.</p><p style="text-align&#58;justify;">A Sumitomo Corporation e a The Japan Steel Works (JSW) são empresas japonesas com extenso conhecimento do mercado mundial de energia eólica e domínio tecnológico do processo de produção de componentes para esse setor. A união dos esforços da Gerdau com essas duas companhias permitirá a produção brasileira de peças para abastecer a construção de novos parques eólicos no País, oferecendo aos clientes produtos de elevada qualidade e competitividade em custos. A participação da Gerdau na sociedade deverá ser superior a 50% e, portanto, a Empresa será a principal sócia. A participação dos demais sócios será definida nos próximos meses.</p><p style="text-align&#58;justify;">As perspectivas para a indústria eólica no Brasil são muito promissoras. Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica, o Brasil possui cerca de 400 parques eólicos e, até 2020, deverão ser construídos mais 330 parques. A capacidade eólica instalada atual no País responde por 7% (10,2 GW) da matriz de energia elétrica. Em 2020, deverá alcançar 11% de participação (18,2 GW). A geração de energia eólica é especialmente propícia nas regiões nordeste e sul, pelos ventos constantes e condições favoráveis à instalação dos equipamentos. Além disso, a energia eólica é uma forma de geração limpa e sustentável, evitando a emissão de CO<sub>2</sub><sup> </sup>na atmosfera.​​​​​</p>https://www.gerdau.com24/11/2016 13:27:5224/11/2016 13:27:52
Receita líquida da Gerdau atinge R$ 8,7 bilhões no terceiro trimestre de 2016<p></p><p style="text-align&#58;left;">- EBITDA ajustado alcança R$ 1,2 bilhão no terceiro trimestre e, no acumulado do ano, chega a R$ 3,3 bilhões.</p><p style="text-align&#58;left;">- Despesas com vendas, gerais e administrativas são reduzidas em 23% no terceiro trimestre e, nos nove primeiros meses do ano, diminui em R$ 222 milhões como resultado do esforço de gestão da Empresa.</p><p style="text-align&#58;left;">- Fluxo de caixa livre, uma das prioridades da gestão financeira da Empresa, foi de R$ 1 bilhão nos nove primeiros meses de 2016.</p><p><br></p><p>A Gerdau encerrou o terceiro trimestre de 2016 com receita líquida de R$ 8,7 bilhões, uma redução de 27% em relação ao mesmo período do ano anterior, decorrente dos menores volumes vendidos em todas as operações de negócio. As vendas físicas consolidadas, por sua vez, apresentaram queda de 21% frente ao terceiro trimestre do ano anterior, totalizando 3,7 milhões de toneladas, enquanto a produção de aço foi de 3,9 milhões de toneladas, volume 7% inferior em relação ao terceiro trimestre de 2015.</p><p>A geração de caixa operacional (EBITDA) consolidada ajustada, que inclui o EBITDA proporcional das empresas associadas e com controle compartilhado, chegou a R$ 1,2 bilhão, apresentando uma redução de 7% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse desempenho é reflexo do menor desempenho da Operação América do Norte, parcialmente compensado pela melhor performance das demais operações. Na comparação com o segundo trimestre de 2016, o EBITDA apresentou estabilidade, especialmente pelo melhor desempenho da Operação Brasil (não inclui usinas produtoras de aços especiais).</p><p>No terceiro trimestre, o lucro líquido consolidado ajustado foi de R$ 95 milhões, uma redução de 51% em relação ao mesmo período do ano passado, em razão da menor geração de EBITDA no período. Nos nove primeiros meses do ano, o lucro líquido alcançou R$ 293 milhões. As despesas com vendas, gerais e administrativas (DVGA) foram reduzidas em 23% no terceiro trimestre e, nos nove primeiros meses do ano, diminuiu em R$ 222 milhões.</p><p>&quot;Conseguimos, neste trimestre, reduzir o impacto do difícil momento da indústria do aço no mundo e no Brasil a partir de nossos esforços de gestão, presentes em todas as operações. Com isso, foi possível reduzir despesas, aumentar nossas margens, ter uma geração importante de fluxo de caixa livre e, ao mesmo tempo, manter estável o endividamento líquido da Empresa. Em relação ao Brasil, apesar da melhora&#160;nas margens, antevemos para os próximos meses um cenário desafiador de mercado, com recuperação gradual e lenta do nível de atividade econômica e menor volume de exportações. Esse cenário de desafio também se aplica para nossas demais operações nas Américas. Por outro lado, seguiremos atuando&#160;fortemente&#160;em prol da geração de valor da Empresa, por meio de diversas frentes de trabalho, que passam pela modernização de nossa&#160;cultura&#160;empresarial, redução de custos e despesas, expressiva geração de fluxo de caixa livre, restrição de CAPEX, continuidade da reavaliação do potencial de&#160;ativos e implantação&#160;de iniciativas de inovação digital, entre outros&quot;, afirma o diretor-presidente (CEO) da Gerdau, André B. Gerdau Johannpeter.</p><p>Na área de inovação digital, a Gerdau recentemente fechou uma parceria inédita com a GE Digital. A Empresa está sendo a primeira na indústria de aço mundial a implantar um Sistema de Monitoramento e Diagnóstico Online, que utiliza avançadas ferramentas de análise de dados para antecipar possíveis falhas nos equipamentos e realizar manutenção preventiva.&#160; &quot;A implantação de iniciativas diferenciadas, como o projeto com a GE Digital, já é resultado da evolução digital que estamos vivendo. Esse projeto está gerando ganhos importantes para as nossas usinas no Brasil, como aumento da eficiência industrial e redução de custos&quot;, afirma André Gerdau B. Johannpeter.</p><p>Estão sendo instalados 30 mil sensores em mil equipamentos de 11 plantas no Brasil, que permitem o monitoramento do desempenho dos equipamentos em tempo real. A central de monitoramento instalada na usina Ouro Branco (MG) irá acompanhar inicialmente o desempenho das usinas da Operação Brasil, mas a intenção é ampliar o uso desse sistema para as usinas de aços especiais e mineração no Brasil.</p><p>Ao longo do trimestre, os mercados atendidos pela Gerdau apresentaram redução de vendas. No Brasil, as vendas para o mercado interno (não inclui as unidades produtoras de aços especiais) totalizaram 928 mil toneladas no terceiro trimestre e continuaram sendo impactadas pelo menor nível de atividade da construção civil e da indústria, caindo 18% em relação ao mesmo período do ano anterior. Nos nove primeiros meses do ano, as vendas para o mercado interno atingiram 2,8 milhões de toneladas. As exportações alcançaram 554 mil toneladas de aço no terceiro trimestre e apresentaram queda (-32%) na comparação com o mesmo período de 2015, em razão do volume recorde alcançado no ano anterior. No entanto, nos nove primeiros meses do ano, as exportações apresentam uma evolução de 7% em relação a janeiro a setembro de 2015, totalizando 1,7 milhão de toneladas e contribuindo para compensar o menor desempenho do mercado interno.</p><p>As operações no Canadá, nos Estados Unidos e no México (não inclui usinas de aços especiais) comercializaram 1,4 milhão de toneladas no terceiro trimestre de 2016, apresentando uma queda de 18% frente ao mesmo período do ano passado, o que se deve à forte entrada de produtos importados na região, à menor atividade industrial e ao momento de cautela quanto à definição das eleições presidenciais nos Estados Unidos. Já as unidades da América do Sul (não inclui Brasil) contabilizaram 516 mil toneladas vendidas, patamar 11% menor frente ao terceiro trimestre de 2015. As vendas realizadas pela Operação de Negócio Aços Especiais (inclui usinas no Brasil, nos Estados Unidos e na Índia), por sua vez, totalizaram 437 mil toneladas, uma queda de 29% frente ao mesmo período do ano passado, especialmente pela alienação das unidades na Espanha.</p><p>&#160;</p><p style="text-align&#58;center;"><strong>Investimentos da Gerdau alcançam R$ 286 milhões no terceiro trimestre</strong></p><p><span style="text-align&#58;justify;">No terceiro trimestre, foram investidos R$ 286 milhões em ativo imobilizado (CAPEX). O maior desembolso ocorreu na Operação Brasil (50% do CAPEX) para finalização dos investimentos no laminador de chapas grossas na usina Ouro Branco (MG).</span></p><p style="text-align&#58;justify;">Conforme anunciado anteriormente, a Gerdau deverá fechar o exercício de 2016 com um desembolso de CAPEX em torno de R$ 1,5 bilhão, 35% abaixo do realizado em 2015. Para 2017, a previsão de desembolso de CAPEX é de R$ 1,4 bilhão, com foco em melhoria de produtividade e manutenção.</p><p>&#160;</p><p style="text-align&#58;center;"><strong>Pagamento de dividendos da Gerdau S.A. será realizado em 1º de dezembro</strong></p><p>No dia 1º de dezembro, a Gerdau S.A., com base nos resultados obtidos no terceiro trimestre,<strong> </strong>pagará́&#160;dividendos&#160;em&#160;antecipação ao&#160;mínimo obrigatório estipulado no Estatuto Social. Serão destinados R$ 34,2 milhões para os acionistas da Gerdau S.A. (R$ 0,02 por ação). Nos primeiros nove meses de 2016, a Gerdau S.A. destinou R$ 85,7 milhões (R$ 0,05 por ação) para pagamento de dividendos.</p><p>&#160;</p><p style="text-align&#58;left;"><strong>Sobre a Gerdau</strong></p><p>A Gerdau é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo. No Brasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que ampliam o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações. Além disso, é a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, anualmente, milhões de toneladas de sucata em aço, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua. As ações das empresas Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri. ​</p>https://www.gerdau.com09/11/2016 11:45:1609/11/2016 11:45:16
Gerdau é mais uma vez reconhecida por Excelência em Segurança e Saúde pela Worldsteel Association<p>​<span style="text-align&#58;justify;">A Gerdau recebeu, durante a 50ª Conferência Anual da Associação Mundial do Aço (Worldsteel Association), em Dubai, o reconhecimento de Excelência em Segurança e Saúde, que considera cases de sucesso implantados no setor do aço. A empresa celebrou o sétimo troféu conquistado com o projeto &quot;braço hidráulico na oficina de cilindros&quot;, que contabilizou resultados positivos expressivos desde sua implantação na usina de Ouro Branco (Minas Gerais).</span></p><p style="text-align&#58;justify;">O projeto foi resultante de melhorias das condições de segurança identificadas pelo Índice de Comportamento Seguro – ICS, obtido em observações mensais, nas quais são identificados e tratados riscos de acidente. Na oficina de cilindros da laminação da unidade de Ouro Branco (MG), a manutenção era realizada com o uso de ponte rolante e os colaboradores necessitavam ficar próximos dos cilindros suspensos. Com a implantação do braço hidráulico e de pedestais para suportar os cilindros, este trabalho pode ser realizado com maior segurança. A solução ainda trouxe benefícios para a qualidade da manutenção, com melhor controle de lubrificação e redução de quebras de rolamentos.</p><p style="text-align&#58;justify;">​A metodologia ICS é composta de observações planejadas realizadas por especialistas em segurança do trabalho, que identificaram e quantificam condições de risco. Na Gerdau, o ICS é um dos principais indicadores utilizados pelos gestores para priorização de ações de melhoria em segurança.</p><p><strong>Sobre a Gerdau</strong></p><p style="text-align&#58;justify;">A Gerdau é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo. No Brasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que estão ampliando o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações. Além disso, é a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, milhões de toneladas de sucata em aço, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua. As ações das empresas Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri.&#160;</p>https://www.gerdau.com/br26/10/2016 20:14:0226/10/2016 20:14:02
Gerdau é pioneira nas Américas ao apostar em modelo de produção de aço mais sustentável<p>​<em style="text-align&#58;center;">Unidade da Empresa no Ceará passa a realizar a laminação direta, processo mais econômico e com menor consumo de recursos naturais</em></p><p><em style="text-align&#58;center;"></em><span style="text-align&#58;center;">A usina da Gerdau em Maracanaú, região metropolitana de Fortaleza (CE), passou a apostar, recentemente, em um novo processo industrial, mais econômico, com menor consumo de gás natural, além de gerar menos resíduos industriais. O processo adotado, chamado de laminação direta, é caracterizado pela passagem da matéria-prima, ainda em alta temperatura, da etapa de solidificação do metal fundido para o acabamento final, sem uso de forno de reaquecimento. Isso gera maior rendimento produtivo e menos impactos ambientais. Dessa forma, a Empresa se torna pioneira na América Latina a utilizar esse modelo, que passará a ser replicado em suas demais unidades. Na usina de Maracanaú, os ganhos econômicos chegaram a mais de R$ 1,5 milhão por ano.</span></p><p>Com capacidade instalada de 200 mil toneladas de aço bruto e 160 mil toneladas de laminado por ano, a unidade da Gerdau no Ceará foi a primeira produtora de aço inaugurada no estado. Sua produção é destinada à construção civil e à indústria.</p><p>&#160;</p><p><strong>Sobre a Gerdau</strong></p><p style="text-align&#58;justify;">A Gerdau é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo. No Brasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que estão ampliando o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações. Além disso, é a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, milhões de toneladas de sucata em aço, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua. As ações das empresas Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri.​</p>https://www.gerdau.com/br26/10/2016 20:09:2026/10/2016 20:09:20
Prêmio Gerdau Melhores da Terra tem 10 vencedores em sua 33ª edição<p></p><p style="text-align&#58;justify;"><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0">O Prêmio Gerdau Melhores da Terra, maior premiação da América do Sul para o setor de máquinas e equipamentos agrícolas, anuncia os vencedores da sua 33ª edição. As empresas serão reconhecidas no dia 31 de agosto, na usina Riograndense, localizada em Sapucaia do Sul (Av. Borges de Medeiros, 650). A premiação busca incentivar o desenvolvimento sustentável, a inovação e a excelência do agronegócio, além de oferecer ao mercado a oportunidade de conhecer o que existe de melhor em máquinas, equipamentos e componentes de uso agrícola fabricados no Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile. Em abril, durante a Agrishow, outros dois fabricantes também foram reconhecidos pela Gerdau. </span></p><p><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0"><br>&quot;O Prêmio Gerdau Melhores da Terra reconhece o que há de melhor no setor de máquinas e equipamentos agrícolas, incentivando a inovação, a excelência e a produtividade no campo&quot;, afirma o Vice-Presidente Executivo da Gerdau, Guilherme Gerdau Johannpeter. De acordo com o coordenador da Comissão Julgadora e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Renato Levien, o investimento em agricultura de precisão foi o grande destaque desta edição. &quot;Essa iniciativa contribui para a melhoria das condições de trabalho e na qualidade da operação no campo. O Brasil, atualmente, está entre as nações com melhores tecnologias, o que pôde ser percebido pela qualidade dos produtos de fabricantes brasileiros inscritos no prêmio&quot;, garante.</span></p><p style="text-align&#58;justify;"><strong class="ms-rteThemeForeColor-2-0"><br></strong></p><p style="text-align&#58;justify;"><strong class="ms-rteThemeForeColor-2-0">Confira os vencedores&#58;</strong></p><p style="text-align&#58;justify;"><strong class="ms-rteThemeForeColor-2-0">Categoria Destaque</strong></p><p style="text-align&#58;justify;"><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0"><strong></strong><span style="line-height&#58;1.6;"></span></span></p><p style="text-align&#58;justify;"><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0">Dividida em Agricultura Familiar e Agricultura de Escala, a categoria Destaque reconhece o desempenho de máquinas e equipamentos com, no mínimo, dois anos de existência no mercado e em uso no campo, avaliados <em>in loco</em> pela Comissão Julgadora. Trata-se de uma vitrine para o mercado do que existe de melhor em máquinas, equipamentos e componentes de uso agrícola. Além disso, a participação nessa divisão do prêmio proporciona às empresas inscritas a oportunidade de aprimorar produtos e serviços a partir das avaliações técnicas realizadas pela Comissão Julgadora, composta por especialistas em ciências agrárias das principais instituições do Brasil e da Argentina. </span></p><p style="text-align&#58;justify;"><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0">&#160;<br><span style="line-height&#58;1.6;">Nessa ed</span><span style="line-height&#58;1.6;">ição, para realizar as avaliações, a Comissão Julgadora percorreu mais de </span><span style="line-height&#58;1.6;">44</span><span style="line-height&#58;1.6;"> mil quilômetros no Brasil, Uruguai e na Argentina, entrevistando </span><span style="line-height&#58;1.6;">247</span><span style="line-height&#58;1.6;"> usuários dos equipamentos, em 185</span><span style="line-height&#58;1.6;"> </span><span style="line-height&#58;1.6;">municípios. Desde a primeira edição do prêmio, já foram percorridos</span><span style="line-height&#58;1.6;"> </span><span style="line-height&#58;1.6;">mais de 900 mil quilômetros e entrevistados</span><span style="line-height&#58;1.6;"> </span><span style="line-height&#58;1.6;">7.578 mil usuários.</span></span></p><p style="text-align&#58;justify;"><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0">&#160;<br><span style="line-height&#58;1.6;">Na divisão </span><span style="line-height&#58;1.6;text-decoration&#58;underline;">Agricultura de Escala</span><span style="line-height&#58;1.6;">, dois equipamentos foram premiados. O Troféu Ouro ficou com a </span><strong style="line-height&#58;1.6;">Extratora de Grãos Outgrain 215</strong><span style="line-height&#58;1.6;">, fabricada pela </span><strong style="line-height&#58;1.6;">Marcher Brasil Agroindustrial S/A</strong><span style="line-height&#58;1.6;">, de Gravataí (RS). O equipamento foi desenvolvido para a retirada de grãos armazenados em silos-bolsa, transferindo-os para caminhões. É importante para atender ao desequilíbrio entre a </span><span style="line-height&#58;1.6;">capacidade de armazenamento e </span><span style="line-height&#58;1.6;">o aumento da produção de grãos, que constitui um gargalo da agricultura atual, com produção maior a cada ano. </span><span style="line-height&#58;1.6;">O sistema completo é constituído de silos-bolsas, embolsadora e extratora de grãos. O equipamento </span><span style="line-height&#58;1.6;">tem como destaque a simplicidade construtiva, a praticidade e a rapidez da operação, a robustez, o baixo custo operacional, a facilidade de transporte e o elevado grau de satisfação dos usuários entrevistados. A máquina auxilia na logística de armazenamento de grãos nas propriedades, bem como cooperativas e cerealistas. O produtor pode estocar sua produção com qualidade e escolher o momento mais favorável para a comercialização.</span></span></p><p style="text-align&#58;justify;"><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0">&#160;<br><span style="line-height&#58;1.6;">O Troféu Prata da divisão </span><span style="line-height&#58;1.6;text-decoration&#58;underline;">Agricultura de Escala</span><span style="line-height&#58;1.6;"> da categoria Destaque foi concedido ao </span><strong style="line-height&#58;1.6;">Ninho Coletivo de Produção de Ovos Férteis modelo MB</strong><span style="line-height&#58;1.6;">, da empresa </span><strong style="line-height&#58;1.6;">Big Dutchman Brasil Ltda</strong><span style="line-height&#58;1.6;">, de Araraquara (SP). O produto otimiza a produção de ovos férteis em escala para atender à demanda da cadeia produtiva da avicultura, atividade na qual o Brasil se destaca como o maior exportador mundial de carne de frango. O ninho coletivo proporciona ambiente adequado para a postura das aves e automatiza o processo da coleta dos ovos. O mérito do produto consiste em melhorar as condições de trabalho aos usuários, especialmente nos quesitos ergonomia, demanda de tempo, exposição à contaminação e redução do esforço físico na coleta e carregamento dos ovos</span><span style="line-height&#58;1.6;">. Comparativamente aos ninhos tradicionais, o equipamento proporciona menor contaminação, necessidade de lavagem e tratamento com produtos químicos dos ovos férteis. Com isso, aumenta o percentual de eclosão dos ovos, melhorando sua qualidade e a rentabilidade do produtor.</span></span></p><p style="text-align&#58;justify;"><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0"><br>A divisão <span style="text-decoration&#58;underline;">Agricultura Familiar</span> também conta com dois vencedores. O Troféu Ouro foi concedido ao <strong>Vagão Forrageiro Misturador Hidráulico VFMH 1.5</strong>, fabricado pela <strong>Ipacol Máquinas Agrícolas Ltda</strong>, de Veranópolis (RS). A máquina atende a um segmento de mercado de agricultores que trabalham com pecuária leiteira e pequenos confinamentos de bovinos para carne, atividades características da agricultura familiar no Brasil. Seus principais atributos são a facilidade e a rapidez na retirada da silagem dos silos, a mistura homogênea com a ração e a facilidade na distribuição da mistura nos cochos de alimentação. Além disso, a máquina é robusta, segura, de fácil operação e manobrabilidade, além de exigir pouca manutenção e contar com assistência técnica qualificada. É acoplada ao sistema hidráulico de três pontos de tratores de baixa potência, geralmente disponíveis nas propriedades que trabalham com agricultura e pecuária familiar. A máquina contribui para reduzir o esforço físico na alimentação diária dos animais e, consequentemente, aumentar a produção e a qualidade do leite e da carne produzidos nas propriedades de agricultura familiar no Brasil.</span></p><p style="text-align&#58;justify;"><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0"><br>O vencedor do Troféu Prata da divisão <span style="text-decoration&#58;underline;">Agricultura Familiar</span> foi o <strong>Mixer M85 Vertical</strong>, da empresa <strong>Mary SRL</strong>, de Soriano, localizada no Uruguai. A máquina atende produtores com pequenas e médias propriedades familiares ligadas principalmente à produção de leite, de bovinos de corte e ovinos. A máquina tem a função de desintegrar alimentos fibrosos na forma de feno e proceder a mistura com outras rações, água e sais minerais. Conta com balança para que os ingredientes da dieta possam ser adicionados nas quantidades recomendadas para cada categoria animal. O <em>mixer</em> tem funcionamento simples, com baixa exigência de potência, é robusto e permite a utilização racional de alimentos enfardados, facilitando o trato dos animais e garantindo maior produtividade de carne e leite. </span></p><p style="text-align&#58;justify;">&#160;</p><p style="text-align&#58;justify;"><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0"><strong>Categoria Novidade Expointer</strong><strong>&#160;&#160; </strong></span></p><p style="text-align&#58;justify;"><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0">Na categoria Novidade Expointer, que reconhece os produtos lançados há menos de um ano e presentes nesta edição da feira, os equipamentos também são avaliados nas divisões Agricultura de Escala e Agricultura Familiar. Dessa forma, o prêmio busca valorizar as características específicas dos produtos para ambos os segmentos, considerando seus distintos patamares de escala de produção. Para definir os vencedores, a Comissão Julgadora percorreu a feira durante três dias, antes da abertura oficial, avaliando detalhadamente as máquinas e equipamentos inscritos e entrevistando seus representantes e fabricantes. </span></p><p style="text-align&#58;justify;"><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0"><br>O equipamento vencedor na divisão <span style="text-decoration&#58;underline;">Agricultura de Escala</span> foi o <strong>Imperador 3.0</strong>, fabricado pela empresa <strong>Stara S/A Indústria de Máquinas Agrícolas</strong>, de Não-Me-Toque (RS). Trata-se de um equipamento autopropelido (com movimentos próprios), multifuncional (2 em 1) composto por pulverizador e por distribuidor de insumos sólidos a lanço, destinados ao cultivo de médias a grandes áreas. É a única máquina de fabricação nacional com essas funcionalidades reunidas na mesma unidade e que pode atender às necessidades da técnica da agricultura de precisão, com rápida conversão de uma funcionalidade para a outra. Entre as vantagens do uso do equipamento, destacam-se o vão livre (permite trabalhar em culturas altas), a mesma largura de trabalho para a pulverização e distribuição de insumos sólidos (tráfego controlado, no mesmo rastro), recursos de eletrônica embarcada da própria empresa e especialmente a possibilidade de realizar diferentes tratos culturais com a mesma unidade de potência, em momentos distintos. Isso contribui para a redução de custos devido ao menor capital imobilizado, maior otimização do seu uso e sustentabilidade da produção. </span></p><p style="text-align&#58;justify;"><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0"><br>O Troféu <span style="text-decoration&#58;underline;">Agricultura Familiar</span> foi para o <strong>Trator Agrale 4233</strong>, fabricado pela <strong>Agrale S.A.</strong>, de Caxias do Sul (RS). Trata-se do primeiro trator nacional com rodado isodiamétrico (todos os rodados com mesmo diâmetro) dentro da sua faixa de potência. Suas dimensões são especialmente compatíveis para trabalhos na fruticultura, na horticultura e na cafeicultura. Apresenta um baixo consumo de combustível e sistema hidráulico com capacidade de carga adequada para um trator da sua categoria. A tração permanente nas quatro rodas, o baixo centro de gravidade e a articulação, que mantém os rodados em contato com o solo ao transpor obstáculos ou irregularidades do terreno, são fatores que auxiliam na sua dirigibilidade em espaços restritos, como manobras para acesso às entrelinhas em fruticultura. Também oferecem mais segurança nas operações em terrenos íngremes, típicos das propriedades de agricultura familiar no Brasil.</span></p><p style="text-align&#58;justify;">&#160;</p><p style="text-align&#58;justify;"><strong class="ms-rteThemeForeColor-2-0">Categoria Pesquisa e Desenvolvimento</strong></p><p style="text-align&#58;justify;"><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0">A categoria Pesquisa &amp; Desenvolvimento é voltada para estudantes acadêmicos e profissionais de ciências agrárias, ligados ou não a instituições de ensino, com trabalhos que contribuem para o avanço da agricultura, a produtividade, a qualidade de vida das populações rurais e a preservação do meio ambiente.</span></p><p style="text-align&#58;justify;"><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0">&#160;<br><span style="line-height&#58;1.6;">Na divisão </span><span style="line-height&#58;1.6;text-decoration&#58;underline;">Pesquisador</span><span style="line-height&#58;1.6;">, </span><span style="line-height&#58;1.6;">o trabalho reconhecido foi </span><strong style="line-height&#58;1.6;">Desenvolvimento de um sistema de aquisição de dados de baixo custo para avaliação de desempenho de tratores agrícolas</strong><span style="line-height&#58;1.6;">, que tem como autora principal a engenheira agrícola e ambiental, Jardênia Rodrigues Feitosa, da Universidade Federal do Vale do São Francisco – </span><span style="line-height&#58;1.6;">UNIVASF, Juazeiro (BA), em cooperação com pesquisadores de mesma instituição.</span><span style="line-height&#58;1.6;"> O trabalho selecionado tem como objetivo construir um sistema móvel de baixo custo para avaliar importantes parâmetros operacionais de máquinas agrícolas, como patinagem, rotações e consumo de combustível. Possui potencial para subsidiar tomadas de decisão para otimização do gerenciamento de desempenho não somente de tratores, como também colheitadeiras. Sistemas similares, de baixo custo, já deveriam estar incorporados pela indústria a todas as máquinas agrícolas, para obtenção de sua máxima capacidade de trabalho, menor consumo de combustível e maior durabilidade, implicando em menor custo operacional.</span></span></p><p style="text-align&#58;justify;"><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0">​<br>Já na divisão <span style="text-decoration&#58;underline;">Estudante</span>, a Comissão Julgadora selecionou como vencedor o projeto <strong>Protótipo de um sistema mecanizado para coleta de dados de perdas e distribuição de palhada na colheita mecanizada de soja</strong>, cujo autor principal é o graduando em Engenharia Agrícola e Ambiental, Bruno Lima da Mota, da Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT, Sinop (MT). O trabalho selecionado contempla um sistema de avaliação da perda de grãos e da distribuição da palha durante a colheita da soja, com uso de coletores, que são dispostos na área por controle remoto a critério do operador. Com essas informações pode-se tomar decisões mais rápidas e fáceis em relação a regulagens necessárias nas colhedoras para a redução da perda de grãos e a uniformidade de distribuição da palha. Esses dois parâmetros são especialmente importantes no sistema plantio direto, no qual os grãos perdidos, além de representar uma perda financeira, podem se constituir em plantas invasoras para o próximo cultivo. Uma distribuição não uniforme da palhada sobre o solo pode interferir na qualidade da próxima semeadura, na emergência de plantas daninhas e na criação de zonas diferenciadas de nutrientes. &#160;&#160;</span></p><p style="text-align&#58;justify;"><strong class="ms-rteThemeForeColor-2-0"><br>Sobre a Gerdau</strong></p><p><span class="ms-rteThemeForeColor-2-0">A Gerdau é líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo. No Brasil, também produz aços planos e minério de ferro, atividades que ampliam o mix de produtos oferecidos ao mercado e a competitividade das operações. Além disso, é a maior recicladora da América Latina e, no mundo, transforma, anualmente, milhões de toneladas de sucata em aço, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua. As ações das empresas Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo, Nova Iorque e Madri.</span></p>https://www.gerdau.com/br29/08/2016 12:59:2229/08/2016 12:59:22

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